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Coração aberto



Ao passear pelo facebook me deparei com esta matriz em cobre, absolutamente linda, de uma gravura em metal de Leya Mira Brander, artista que acompanho de longe, cujas imagens somadas as palavras que também grava sempre me pegam. A primeira vez que vi seu trabalho foi na “Casa das Rosas” há muitos anos, numa coletiva, e nunca mais me esqueci da força e da graça das narrativas que ela constrói com suas impressões. O que Leya desenvolve hoje já estava lá atrás, firme. Quanto tempo terá se passado?

Pedi a ela, via facebook também, para postar esse seu trabalho no Sorriso, depois de alguns minutos ela já tinha me respondido. Não é só por uma razão estética que ele está aqui, é também e muito, mas devo confessar que essa matriz respondeu (e acolheu) a um apelo muito particular meu, íntimo. Aliás, cada vez mais estética e ética me parecem indissociáveis – quanto mais urdidas, mais a  vida ganha em sentido(s). E como precisamos de sentido(s).

A toada do blogue tem sido essa, meu nervo anda exposto.

Aqui está: “Coração Aberto” para vocês. Para saberem mais sobre o trabalho de Leya e também serem cativados por ele cliquem aqui.

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