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Mar, avô

Quando amor divisa com a reverência é bom lembrar que ele teve um corpo. As minhas saudades permanecem, mas  publicamente as encerro aqui, com meu avô junto a Paola, sua neta, num Rio de Janeiro de 1973, fotografado talvez por sua filha Madalena.

P.S.: Embora, aviso aos navegantes, este ano eu ainda queira falar de minha avó. Veremos.

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4 Comentários Comente
  1. Majorinus #

    Tira essa etiqueta do «umbigo», pois é tudo o contrário! 😉 Gostei bem de ver o teu avô. E também essa imagem juvenil tua, que desconhecia. 😉

    23 de julho de 2009
  2. Vitor, vc é uma figura! Some e quando aparece dá pitacos, se bem que não posso falar muito. Saudades, rapaz. As coisas aqui estão entre “zzzz” e “umbigo”, difícil escrever. E vc? O que anda fazendo????????. Bjkonas.

    23 de julho de 2009
  3. Lina G #

    Luciana,

    eu to impressionada com uma constatação… Bom, é a Fê que está fazendo um curso com vc no B_arco. Eu postei na mesma data no meu blog uma foto e uma homenagem ao meu avô. Ai, menina, não acredito em coincidencias e sim em vida. Nem te passei meu blog naquela hora, mas passo o post do dia.

    Abaixo:

    http://intimidaderesistente.com/2009/07/17/um-dia-fui-timida/

    Estou bem emocionada…

    Beijos

    5 de agosto de 2009
  4. Fer, foi ótimo lhe conhecer. Adorei a coincidência ou ou ou! Bjs.

    8 de agosto de 2009

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