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Blue para David Foster Wallace

aqui e aqui

E quando cai a ficha de que nós, você e eu,  podemos ser um grande canto da sereia? Tampar os ouvidos e pensar e pensar e pensar em não pensar  e girar e girar em falso até esgotamento é  uma saída melancólica. Eu a conheço, quando não devora, inspira e  pode abrir-se num  céu de brigadeiro, ou de  outros azuis, até os quase negros. E  nos lançamos em espécies de piscinas, oceanos e lagos, fazendo cicatrizes neles, que depois se fecham, recuperam a placidez e se abrem, reiteradamente,  para novos mergulhos: tanto os que damos de barriga, como um homem-bomba, quanto os lentos e longilíneos, como os de uma sílfide.  Até que um dia podemos nos afogar como David Foster Wallace – ou não.

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2 Comentários Comente
  1. Marta. #

    LINDA FOTO.

    20 de janeiro de 2009
  2. São lindas, né? Não são de minha autoria, as achei num site que chama ffffound. Volte sempre. Nem sempre comentam as fotos,aliás, é raro.
    🙂

    20 de janeiro de 2009

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