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+ sorriso & canto da sereia

Eugénio de Andrade

O sorriso

Creio que foi o sorriso,
o sorriso foi quem abriu a porta.
Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia 
entrar nele, tirar a roupa, ficar
nu dentro daquele sorriso.
Correr, navegar, morrer naquele sorriso.

via Acontecimentos
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5 Comentários Comente
  1. sorriso desses cuja história recomenda enfrentar somente depois de amarrado ao velame ..

    18 de janeiro de 2009
  2. se conseguir…

    18 de janeiro de 2009
  3. “Nada disfarça o apuro do amor. Um carro em ré. Memória da água em movimento. Beijo. Gosto particular da tua boca. Último trem subindo ao céu. Aguço o ouvido. Os aparelhos que só fazem som ocupam o lugar clandestino da felicidade. Preciso me atar ao velame com as próprias mãos”. Ana Cristina Cesar.

    18 de janeiro de 2009
  4. Oi Lu!!
    Um deleite imaginar entrar nesse sorriso.
    Não conhecia Eugénio de Andrade.
    Um super 2009 pra você!
    Com muitos sorrisos!
    Beijocas

    22 de janeiro de 2009
  5. Obrigada Mari. Tudo di bão procê. Muitas costuras, e nem preciso dizer que é em muitos sentidos, né?
    Super 2009!

    22 de janeiro de 2009

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