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Hamlet & Wagner Moura

Caio Junqueira e Wagner Moura

Fui ao Teatro FAAp ver de perto Wagner Moura em Hamlet, de Aderbal Freire Filho. Saí arrebatada. A atuação de Wagner é de uma tremenda coragem, de uma entrega absoluta. Não sei como podem falar de overacting ou asneiras do gênero. O cara é um grande ator, é inegável. Gostei da melancolia que surge como um estertor pra dor, pra ironia e não como uma paralisia. O Hamlet de Wagner  não é o melancólico deprimido. Ele nos apresenta uma melancolia, demência da lucidez, mas para fora, como uma pletora de energia e teatro, teatro e mais teatro.

Se Wagner e seu Hamlet são melancolia explosiva e teatro na veia, o que eu posso querer mais?

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