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Eu sou neguinha

O Gato é NEGUINHA, completamente. Ele morre de inveja da cor e da voz quando elas pintam tão bem acabadas assim como em Erikah Badu. Uma rainha. Lembro-me de ver o especial deste clip com meu avô, arquiteto moderno, e ele se chapar com este turbante e vibrar com o quão ela ficava mais longilínea e linda com este adereço. De como nela era tudo tão certo.

Sem dúvida, na música, minhas maiores referências são negras e quando não são NEGUINHAS como eu, brancas, mas neguinhas.

Posso citar um milhão de links e referências, estão todos aqui comigo e muito vivos. Sorte minha eu ter podido viver as Black nights do Aeroanta, o Subclub, o som dos Chapeleiros, as festas equipanas regadas a Motown. Quantos negros lindos que tive o prazer de ver dançar e criar nas mais variadas linguagens, aqui em São Paulo, quando ainda adolescente, desde os 12 ao me meter em festas que não eram para minha idade, e que marcarão para sempre a minha vibe.
Sim, estou nostálgica. É domingo, e vejo há quanto tempo não vou numa festa em que me identifique com o som; fora as noites de bom samba, o que é uma maravilha, mas não é o mesmo. Estarei ficando velha? Se alguém ler este post e souber de uma balada boa, sem rock e tecnô me avise.

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