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SER

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Não subir demais nem descer. Espantar o down pra longe, muito longe. Rir, mas não de escárnio, desconhecer o reproche ao outro e a auto-ironia. Passear, flanar, e não apenas andar. Liberar e não reagir. Ter uma boa medida de sim. Dar de presente. Não julgar, não dá pra julgar. A ética, e ela existe, não mora no julgamento. Amar o próximo, porque ele é próximo pra caralho. Adoçar a boca e não subir na balança. Levitar. Encantar-se, simplesmente, e isso não precisar significar. Ser em continuum sublime, mas no caminho do meio. Sentar no movimento. Amar a criança e o pior de você, ainda que seja você. Desodiar-se. Chupar o pirulito até o palito sem culpa ou perdão. Estender à mão sem medo de que lhe puxem o tapete. Entregar-se sem cizo ou tino. Nada de auto-flagelos. O mundo é largo para mãos espalmadas e abertas para palmas a todos, a nós, a mim.

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2 Comentários Comente
  1. Mari Labaki #

    Lindo, Lu!

    Momento perfeito que eu li isso!

    Obrigada!

    Beijocas,

    Mari.

    21 de março de 2008
  2. luciana miranda penna #

    Que bo Mari, adoro suas visitas e seu astral. Obrigada digou eu.
    Bjs, LU

    22 de março de 2008

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