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Mais Elizeth

 

Elegi Elizeth para estes dias de pouco trampo, muitas dívidas e fantasmas. Bolero (samba-canção) são tudo o que preciso. Pobre menina “rica” que só quer escrever e morre de medo. Moça paralisada. “Vem de outro tempo que esqueci/ A ternura que nunca mereci”. Mulher que se fragiliza à toa, com medo dos saldos negativos e dos saltos positivos. Que insiste nas rimas bobas e se assusta reiteradamente por gostar tanto de estar só, absolutamente, mas de também precisar tanto, do outro. A garota do só e mal acompanhada. Pendurada no paradoxo. Desconfio que não sou desse tempo, mas tenho de vivê-lo e como o detesto, e como amo quando o amo. Mais uma vez: “Eu não estou aqui para ME explicar, mas para confundir (-me)”.


Meiga Presença

(Paulo Valdez/ Octávio de Moraes)

Elizeth Cardoso

Quem ao meu lado
esses passos caminhou?
Este esse beijo em meu rosto,
quem beijou?

A mão que afaga a minha mão,
este sorriso que não vejo
De onde vem? Quem foi que me voltou?
Vem, de outro tempo
bem longe que esqueci

A ternura que nunca mereci
Quem foste tu presença e pranto?
Eu nunca fui amada tanto
Estás aqui, momento antigo
Estás comigo!
Se não te importa ser lembrado
Se não te importa ser amado
Amor amigo, fica ao meu lado sempre

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