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O funk carioca em cabeças-persona

O Gato não pára de pensar em funk carioca, ainda que ele esteja ái há anos, está muito presente neste final de 2007 felino. Sorry o gap.
Descobri uma gama vertiginosa de variações sobre o mesmo beat, óbvio.
Não posso deixar de postar as paulistanas, evidentemente.
Sinto-me um antropólogo em marte diante da dicção cabeça daqui, desdenha e compra, sem constrangimento, com um certo cinismo em muitos casos, mas não nestes dois. Seja em Tom Zé com suas elucubrações, seja em Maria Alice Vergueiro como figura marginal, que ao entrar na grande mídia não passou incólume ao funkadão.  

Aliás, ambos conversam muito, ainda que não saibam. Personagens de si que são, em altíssimo relevo na vibe funk.

Funk hipertropicalista Danç-Éh-Sá

 

Funk brechtiano – Tapa (um tapinha não dói)

OK. Tom Zé é nordestino, mas seu hipertropicalismo cheio de refências (e now em defesa do funk carioca) só poderia medrar nesta metrópole.
Maria Alice Vergueiro, atriz brechtiana, também aticulou seu teatro por aqui, é cria de família de fazendeiros paulistas, mas como caiu bem no funkadão. Agua e óleo se misturam? Não sem passar por um filtro, certo? Não que isso seja mal, que tal funk vertido para sampa? Dá samba, não?

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