Hoje fiquei chocada, dei uma olhada num blogue chamado Bibliotecário Babel e vi a capa portuguesa do livro. Provavelmete quem a fez não leu a obra nem teve acesso a uma descrição mínima dela (cadê o editor?). Coisa que também acontece no Brasil. Mas gente, esse caso é além da imaginação, é feio demais, nem as editoras religiosas fariam uma coisa dessas hoje. Perceberiam  que o filho de Tezza não tem nenhuma semelhança como filho de Deus.

 

Para ver é só clicar aqui.

 

P.S.:  Quando comentei sobre o livro, não disfarcei minhas idiossincrasias e a história bem pode passar sobre elas como um trator. Mas que fique claro que o meu ponto de vista  não descarta a capacidade literária do escriba.



2 Responses to “+ O filho eterno (amém?)”  

  1. 1 interaubis

    tenho lido sobre esse livro por aí, inclusive aqui.
    desde o primeiro momento achei o título genial, me deu vontade de ler só por isso.

    ainda quero ler e acho que vou gostar
    mas depois de ir no último dia da feira de livros na USP, bom, agora só mês que vem…
    :)

  2. Meninooooo, perdi esta feira. Na verdade não perdi, fiquei com medo dos meus parcos tostões irem… já diz a canção: “Dinheiro na mão é vendaval…”.

    Ah! Acho que vc deveria ir a alguma mesa da Balada Literária. Tem coisa muito boa e vc estaria no meio de um furacão de idéias e gentes livrescas.

    Bj.


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